.: Regulamento
  .: Apoio
  .: Acreditação
  .: Júri
  .: Prémios
  .: Algarve
  .: Animação
  .: Documentário
  .: Ficção
  .: Breves
Contactos
  .: Contactos
  .: Publicidade
  .: Quem somos
Apoio
 

1971

Passo a passo o Grupo Juvenil de Cinema de Portimão tenta alargar a sua acção em prol do cinema de formato reduzido e organiza o 1º Festival de Cinema do Algarve.

No júri, entre outros, figura o jornalista Vitoriano Rosa que continua amigo e fiel apoiante, ao longo de cada edição.

Os resultados encorajaram organizadores e entidades oficiais que programam a sua continuação, definindo melhor os propósitos, ambições e até mesmo os resultados a alcançar.

 

1972

Realizou-se a 2ª edição fruto essencialmente da carolice de José Gregório Duarte, Ramalho Ortigão, Raul Santos e José Francisco.

 

1973

Pela  terceira vez consecutiva o cineasta Vasco Pinto Leite ganha o "Grande Prémio" do Festival, sendo até hoje o único a inscrever o seu nome por três vezes como vencedor deste galardão.

"A Herança" 1971; "O Ovo" 1972 e "O Castelo" 1973.

 

1974

O Festival continua a "falar" português e vê aumentar significativamente o número de cineastas e filmes concorrentes.

José Manuel Lima com o filme "Os Mineiros da Ardósia" arrecada o Grande Prémio da edição deste ano.

 

1975

Maus tempos para a cultura e para os apoios que suportam muito significativamente acontecimentos deste género. A ausência de ajudas de nível adequado e a necessidade de não correr riscos, numa altura em que o próprio país passava por períodos turbulentos e adaptação a novas regras, recomendaram uma pausa. Foi o que se fez.

 

1976

Embora de uma forma pouco consistente, o Festival de Cinema do Algarve retoma o seu percurso creditando mais uma edição ao seu historial.

Infelizmente não aconteceu nada de novo. Os apontamentos para a história registam uma maior preocupação nos temas tratados do que, na vertente técnica e estética.

Vivíamos a experiência da “liberdade” de expressão, e o cinema directo, a intervenção sócio política ultrapassaram, naturalmente, os conceitos de intervenção meramente cultural, ou puro entretenimento.

 

1977

O cinema português volta com mais força. A edição deste ano consolida  a presença de mais realizadores e acima de tudo a abordagem de temas mais ousados.

Nota-se a crescente presença de espectadores estrangeiros e começa a ganhar corpo a ideia firme de internacionalizar o festival.

"A Abordagem", "Homem Nascido" e "Cruz" são os melhores.

 

1978

Realiza-se a primeira edição do festival,  aberta à participação de cineastas estrangeiros, mas o Grande Prémio é, de novo, conquistado por um filme português, “O Cesteiro“ de Júlio Capela.

 

1979

Repete-se a experiência de abrir o certame Algarvio à participação de filmes estrangeiros. A resposta é muito positiva mas ràpidamente José Gregório Duarte sente necessidade de arranjar novos colaboradores como forma de dar resposta adequada aos novos desafios que se aproximam e se adivinham como inevitáveis.

 

1980

A convite de José Duarte, Carlos Manuel testa a possibilidade de vir a assumir a condução dos destinos deste evento. A Organização passa a integrar o ZOOM - Núcleo de Cineastas de Lisboa e alarga o seu horizonte ganhando novo público com a realização de pólos do festival em Lagos e Faro.

Começa a adivinhar-se uma nova estratégia de organização que visa uma forte aposta no binómio turismo/cultura como forma de dinamizar e tornar participante activo, um público que quase só tem sido absorvido pelo sol Algarvio.

 

1981

Para este ano estava reservada a primeira grande viragem do Festival. Já com a total responsabilidade de Carlos Ma­nuel e da sua nova equipa de colaboradores, o Festival de Cinema do Algarve torna-se, de facto, um certame internacional. Recebe a concurso um total de 64 filmes, dos quais 29 chegam do estrangeiro.

O  Austríaco Kurt Keil vence o Grande Prémio, o catálogo do festival ganha uma estrutura mais moderna e comercial e as principais sessões públicas são realizadas na sala do Hotel Algarve.

Consolida-se e ganha expressão de grande apoio a presença do Hotel Júpiter, que passa a ser a nossa casa durante o festival. Pereira da Silva, o seu director, dá corpo a um “empurrão” fundamental para materializar os ambiciosos projectos.

 

1982

Nesta sua edição o festival homenageia o cineasta e fotógrafo algarvio Júlio Bernardo. Chegou ao cinema trazido pela fotografia, onde foi premiado em diversos salões internacionais. Passamos em sessão pública, alguns dos seus filmes.

O catálogo geral volta a sofrer transformações para se adaptar às regras do mercado publicitário e ganha novos e importantes apoios.

O próprio festival, para integrar o calendário internacional, muda de data e fixa-se definitivamente em Maio.

A competição recebe 98 filmes dos quais 54 estrangeiros.

O júri continua a ser integralmente constituído por portugueses.

Fazem-se, finalmente, convites a personalidades estrangeiras para que se desloquem pessoalmente ao Algarve. Tony Shapps vem a Portugal e é responsável pela primeira reportagem sobre o festival publicada no estrangeiro, na revista MovieMaker.

O festival começa a organizar grandes exposições de fotografias e enquadrada no âmbito da edição de 1982, Eduardo Gageiro inaugura no Hotel Júpiter, um conjunto de 20 trabalhos sobre 

“O Ballet Gulbenkian“.

 

1983

Os conceituados fotógrafos voltam ao festival.  Desta vez recebemos uma magnífica exposição de Augusto Cabrita.

Para galardoar as primeiras obras de cineastas portugueses é instituído o prémio “António Bernardo”, prestando-se assim homenagem a quem serviu durante tantos anos o cinema e os cineastas portugueses. Por mera curiosidade, refira—se que António Bernardo viaja, por isso, para Portimão e atravessa, pela primeira vez, a ponte 25 de Abril o que nunca tinha sucedido.

 

1984

A edição deste ano testemunha o regresso significativo do cinema português que volta a estar em grande evidência. 

"Novas Perspectivas" de João Paulo Ferreira e "Processo Andrómeda" de Vítor Silva, destacam-se pela originalidade técnica e pela proposta temática.

O público e o júri gostam e premeiam.

O festival já tem uma programação definitivamente internacional e a sua descentralização acentua-se.

 

1985

O júri passa a integrar personalidades estrangeiras e o primeiro a ser convidado é Ben Yahia Salem, da Tunísia.

O festival continua entretanto a sua caminhada para a interna­cionalização, tornando-se membro activo de instituições que agrupam cineastas e cinematografias de todo o mundo.

O convívio entre participantes, entidades oficiais e organização, instala-se definitivamente como “mais valia” de uma jornada de inegável interesse cultural que vê crescer, ano após ano, a qualidade dos filmes a concurso.

Torna-se tradição, o passeio de traineira que a organização oferece anualmente a todos os que nos visitam, conseguem um lugar a bordo... e não enjoam.

 

1986

No ano do seu 15º aniversário o festival volta ao local onde nasceram as suas primeiras edições, o Clube Boa Esperança.

O regresso à primeira sala, em simultâneo com uma nova experiência de descentralização. A organização programa nesta edição sessões para a Praia da Rocha, Portimão, Lagos, Faro, Olhão, Monchique, Albufeira, Pedras d’El Rei e Silves.

Começa a notar-se a forte participação Norte Americana, com trabalhos de inegável qualidade.

 

1987

As sessões públicas realizadas perante o júri internacional passam, nesta edição, a acontecer no Hotel Júpiter, agora com uma boa sala de congressos.

Levamos a efeito o nosso 1º Safari Fotográfico e prestamos homenagem ao cineasta Espanhol Diaz Noriega.

Concretizamos ainda, duas iniciativas de enorme alcance cultural: A mostra de trabalhos de Norman McLaren, com o apoio dos serviços culturais da Embaixada do Canadá e ainda o ciclo “Cinema e Ficção Científica” para o que contamos com a imprescindível colaboração de Filmes Castelo Lopes.  Albufeira, local onde se realiza este ciclo, gosta muito da iniciativa e esgota todas as sessões impondo a repetição de alguns filmes.

Levamos ainda a efeito, nesta edição, um outro importante marco do nosso historial ao longo dos anos, dedicado no entanto a um público mais restrito. O Teatro Lethes em Faro acolhe uma selecção de filmes policiais Franceses em que Simone Signoret, grande senhora do cinema mundial, é a interprete principal de todos os filmes apresentados.

 

1988

A edição deste ano fica marcada pela maior descentralização de sempre, até à data. 

Lagos, Armação de Pêra, Albufeira, Monchique, Olhão, Estombar, Carvoeiro, Silves, Loulé, Faro, Alvor, Vila Real de Santo António, Bias e Tavira, recebem acções que integraram a complexa programação do Festival Internacional de Cinema do Algarve.

Estamos em plena época do aparecimento das rádios locais em Portugal e como resultado, a cobertura mediática faz—se sentir de forma muito significativa. Entrevistas, crónicas e intervenções em directo feitas das próprias sessões do festival, levam a milhares de ouvintes uma informação viva e actualizada do evoluir da programação.

Gil Montalverne, o conhecido fotógrafo português, está representado com alguns dos seus trabalhos na exposição "Fotógrafos Europeus".

 

1989

Comemoramos o centenário do nascimento de Charlot, oferecendo-lhe na programação da “secção de divulgação” um espaço mais que merecido, pelo humanismo dos seus temas, pela versatilidade do seu estilo, ao fim e ao cabo pela riqueza formal de toda a sua obra.

Na “secção competitiva” do festival atinge-se um novo máximo de inscrições; 118 filmes em representação de 27 países.

O cinema Americano triunfa com o filme "The Professor’s  Week­end", do jovem realizador Ben Woythaler.

Realizamos uma exposição que inclui alguns dos mais antigos cartazes do cinema português, enquanto João Mário apresenta a sua pintura durante o decorrer do festival.

 

1990

A organização do festival decide criar quatro júris distintos, alargando o leque de opinião sobre o valor dos trabalhos em concurso e concorrendo dessa forma para aumentar o “suspense” que normalmente envolve a gala de encerramento.

Damos corpo a uma nova iniciativa: Cinema à Meia Noite, sessões dedicadas particularmente a espectadores que trabalhando por turnos, só a essa hora poderão estar disponíveis para ver um bom filme.

Entre os finalistas favoritos começam a destacar-se pela força e qualidade das suas representações, dois países: A Bélgica e os Estados Unidos da América.

Cinema, Folclore e Magia de mãos dadas no espectáculo de encerramento do festival, com a apresentação de dois jovens Algarvios campeões Europeus de Ilusionismo. Uma maneira diferente de terminar uma edição bem sucedida.

 

1991

Constitui-se a Associação Organizadora do Festival Internacional de Cinema do Algarve (FICA), entidade sem fins lucrativos e que passou a ser a responsável pela organização deste evento.

Atinge-se um novo número recorde de filmes inscritos na “secção competitiva".

Ganhamos a adesão e apoio de uma especializada empresa de audiovisuais - JN Comunicação e Sistemas Audiovisuais que nos garante o mais adequado parque de equipamentos e oferecemos ao público a oportunidade de assistir a uma “Selecção Oficial" com filmes de inegável qualidade, reco­nhecida de uma forma unânime por toda a comunicação social presente.

 

1992

O FICA - Festival Internacional de Cinema do Algarve, cujo pontapé de saída para um historial já longo, foi dado em 1971 (depois de uma primeira tentativa sem grande êxito, tentada em Agosto de 1970), passa a ser o evento deste género mais antigo do país. Pelo caminho foram ficando os festivais de Guimarães, Coimbra, Rio Maior, Tomar, Estoril, Aveiro e outros. Algo assinalável e importante no pobre panorama da 7ª arte em Portugal.

 

1993

Neste ano, uma nota triste sobressai, entre tudo o que se recorda de uma edição muito bem sucedida sobre o aspecto cultural e participativo. O FICA perde a colaboração e acima de tudo a presença para sempre, de dois prestigiados colaboradores, amigos, referências muito importantes: José Gregório Duarte, o fundador deste festival e Adriano de Morais, cineasta pioneiro e conselheiro de longa data.

 

1994

Confrontada com problemas graves de apoios prometidos e não concretizados, a organização vê-se forçada a cancelar a edição do festival já anunciada. Decisão muito difícil mas que se tornou inevitável face à impossibilidade de ultrapassar, adequadamente e em tempo útil, o conjunto de problemas de um festival internacional de cinema com um crescimento e expansão naturais, mas sem um nível de apoios suficiente.

Foi decidido parar para reflectir e tomar decisões.

 

1995

Neste ano, refeitos os projectos, elaboradas novas estratégias, o FICA regressa em toda a sua força e bate novo recorde de filmes inscritos na “secção competitiva”: 162 títu­los em representação de 29 países.

“Mon Papa d’Amerique“ do Belga Daniel Hiquet é o grande ven­cedor.

O Festival Internacional de Cinema do Algarve instala-se definitivamente no panorama cultural da região Algarvia e faz vir a Portugal, em cada edição, um elevado número de pessoas ligadas à comunicação social e ao fenómeno audiovisual.

 

1996

A partir desta edição, os filmes concorrentes passam a estar presentes só por convite da organização, que toma assim toda a responsabilidade pela escolha feita nos melhores festivais mundiais da especialidade. Há até, quem chame já, ao FICA, o “Festival dos Festivais”, epíteto que não deixa de ser para nós motivo de orgulho.

O Catálogo Oficial volta a sofrer nova adaptação às regras internacionais e o festival materializa a apresentação de todos os filmes estrangeiros com legendagem electrónica digital por computador. Avanço técnico de inegável alcance.

As sessões de exibição pública dos filmes perante os diversos júris internacionais é feita numa magnífica sala com capacidade e conforto para mais de 400 pessoas e no palmarés final, o cinema e os cineastas portugueses são claramente prestigiados.

Pedro Sena Nunes, Abi Feijó e Pedro Serrazina sobem ao palco na sessão de encerramento, para levantar o troféu e agradecer os aplausos pelo seu trabalho e pela mensagem dos filmes que apresentaram a concurso.

Referência importante em 1996, o facto de, pela primeira vez no historial do FICA, ter sido possível contar com a presença da Direcção do IPACA - Instituto Português da Arte Cinematográfica e Audiovisual.

 

1997

O ano das Bodas de Prata.

Muitas ideias, muitas surpresas, mais colaboradores, mais gente cheia de força e juventude.

Uma aposta muito séria na descentralização de modo a tornar o FICA, ainda mais, o festival de cinema mais descentralizado do calendário cultural português.  Para além do Algarve, a ousadia de realizar extensões de divulgação em Lisboa, Castelo Branco, Évora, Funchal e Angra do Heroísmo.

Um programa muito completo, uma equipa que bebe a sua “experiência” na convivência calma, respeitadora  e salutar de diferentes gerações, que conseguem materializar em cada edição uma proposta cultural diferente, em torno de uma paixão comum... O Cinema. 

Comemorámos os 25 anos, provando um vinho Reserva de Lagoa, que a Adega Cooperativa local fez questão de engarrafar propositadamente por ocasião do nosso aniversário.

 

1998

Este ano o Festival Internacional de Cinema do Algarve concretiza a sua 26ª edição, garantindo a maior descen­tralização de sempre. Realiza um vasto conjunto de sessões de divulgação que cobre muitos locais do interior algarvio e alentejano, vai como habitualmente a escolas, apresenta 10 programas de curta-metragem em 4 locais simultaneamente (Alvor, Lagos, Albufeira e Faro). Tecni­ca­mente faz-se a maior aposta de sempre com a contratação simultânea de 3 equipamentos de legendagem digital e com a instalação na sala de exibição principal situada no Auditório Algarve do Hotel Alvor Praia, de um sistema de som Dolby.

Homenageia Augusto Cabrita e inaugura a exposição de fotografias “Angra do Heroísmo – Património Mundial”.

Concretiza-se a descentralização com a ida às ilhas – Angra do Heroísmo e Funchal.

Temos grandes projectos, novas ideias. Oxalá seja possível concretizar tudo isso. Pode acreditar que você vai gostar!

 

1999

A partir desta edição, a 27ª no seu historial, o FICA passará a aceitar apenas filmes em suporte de 35 mm e nas categorias de animação e ficção.

O Festival pertence já à Coordenação Europeia de Festivais de Cinema e programou em 1999 a sua maior e mais descentralizada edição de sempre. Mais salas de cinema, mais filmes, mais sessões nas escolas, maior número de extensões e uma nova sala de projecção no seu núcleo principal em Portimão.

Temos mais planos e concretizaremos no ano 2000, se nos ajudarem, uma edição de muita qualidade com propostas culturais e turísticas que deverão ser divulgadas no final do Verão deste ano.

Registamos também nesta edição, não só a presença de fil­­mes de países que nunca estiveram no Algarve, como acima de tudo a presença entre nós dos próprios autores corporizando uma inegável experiência de raízes culturais.

 

2000

A edição de 2000 representa a grande viragem rumo ao futuro deste Festival de Cinema já com 28 edições concretizadas. "A edição de 2000 representa a grande viragem rumo ao futuro deste Festival de Cinema já com 28 edições concretizadas."

A Câmara Municipal de Portimão ao assumir-se como um dos seus principais patrocinadores dá início a um relacionamento diferente que perspectiva um novo tipo de apoio à Organização, criando-lhe condições para trabalhar com mais tempo e porque não dizê-lo, também com mais meios. O FICA ensaia novos passos rumo a um ambicioso projecto cultural e de entretenimento que procurará levar mundo fora ( ainda mais ), o nome de uma região, de uma cidade e de um festival cada vez mais respeitado, que em cada edição traz à cidade de Portimão um tipo de cinema diferente, de qualidade e independente.

O FICA 2000, oferece ciclos de cinema temático com grande qualidade e regista pela primeira vez, oficialmente, a colaboração de Lauro António, figura de referência e prestígio no panorama cinematográfico português. As crianças, outra secção forte do festival, têm o privilégio de ver ou rever os últimos e melhores filmes realizados especialmente para a sua idade.

O festival cresce mais um bocadinho, vai a mais locais e no conjunto de todas as suas sessões oferece cinema a mais de 25.000 espectadores. Já não restam dúvidas; quando falamos da área geográfica que cobre com o seu complexo programa, o FICA é o mais descentralizado festival de cinema que se realiza em Portugal.

A secção de curta metragem, como sempre, traz ao Algarve e a Portugal alguns dos principais títulos mundiais da sua produção recente. Começa também a brindar os realizadores concorrentes, com os melhores prémios em dinheiro que se pagam em Portugal a filmes de curta metragem. Fá-lo, no preciso momento em que são reveladas publicamente as decisões do júri,  na sessão de encerramento.

 

2001

O FICA prepara o futuro e é mais rigoroso na selecção dos seus filmes, quer nas secções de divulgação quer muito particularmente na secção competitiva de curta metragem. Aí, pela primeira vez  estarão em competição filmes da Macedónia, Bielorússia, Irão e Azerbeijão. Novos países, novas culturas, mais amigos. Como se não bastasse, o festival inaugura este ano uma nova sala em Portimão - o AlgarCine, ou Complexo de cinemas Portimão como também é conhecido. Tem capacidade para 400 espectadores, com um ecrã de 10 x 4,5 metros, usando um sistema de projecção com Dolby Surround Digital DTS, constituindo-se actualmente como uma das salas mais bem equipadas do país. A direcção do festival assume claramente uma aposta na qualidade e no rigor da organização. Preserva e respeita a amizade e experiência dos mais antigos colaboradores mas estabelecem-se novas parcerias.  Cuida-se do futuro entregando a um grupo de jovens designer’s , a DESIGNAOVIVO, o tratamento da imagem. Prepara-se já a edição do próximo ano comemorativa dos 30 anos do festival.

 

2002

O ano da maturidade. "O ano da maturidade. "São 30 anos e o festival algarvio concretiza a sua maior e mais descentralizada edição de sempre. Mais filmes, mais ciclos de cinema, melhores prémios na secção competitiva, mais locais e novas salas,  para receber uma programação verdadeiramente ambiciosa. Em 2002 o FICA aposta também em novas secções que visam mostrar a “outros públicos”, outro tipo de cinema que sabemos ser do seu agrado. Esta edição, traduz em suma, a concretização de um festival mais adulto e profissional.

 

2003

2003 representa, é pelo menos esse o nosso propósito, o início de um “novo abanão”,  “um novo fôlego”  no já longo percurso do FICA. Faz parte de uma estratégia que visa também a edição que iremos concretizar no próximo ano. Nunca como agora apostámos tanto na continuação deste projecto, na concretização de novas ideias, no estudo para procurar levar à prática novas iniciativas que possam tornar o FICA mais interessante e apelativo.

 

2004

A edição de 2004, representa um novo e ousado passo na vida do festival. "A edição de 2004, representa um novo e ousado passo na vida do festival."

O FICA parte para novas iniciativas na divulgação de “ideias” em suporte audiovisual. Assume-se como um grande projecto de comunicação. Concretiza ao longo do ano várias iniciativas para divulgar cinema independente e alternativo, volta a realizar a competição de curtas metragens e a acção destinada às crianças das escolas. Dá inicio a um programa de rádio que já cobre todo o Algarve, Baixo Alentejo, chega mesmo a certas regiões da Andaluzia e ouve-se no mundo inteiro pela Internet. "O FICA parte para novas iniciativas na divulgação de “ideias” em suporte audiovisual. Assume-se como um grande projecto de comunicação. Concretiza ao longo do ano várias iniciativas para divulgar cinema independente e alternativo, volta a realizar a competição de curtas metragens e a acção destinada às crianças das escolas. Dá inicio a um programa de rádio que já cobre todo o Algarve, Baixo Alentejo, chega mesmo a certas regiões da Andaluzia e ouve-se no mundo inteiro pela Internet."

Preparamos novas iniciativas e o projecto não pára de crescer.

 

2005

O FICA assume-se como um grande projecto de comunicação, tendo como base o suporte audiovisual. A imagem, o som e a palavra, ganham cada vez maior importância nas iniciativas que levamos a cabo para aproximar povos e diferentes culturas.

2005 traduz também, um novo alento nas nossas iniciativas para divulgar e levar mais longe a cultura em língua portuguesa. Através da rádio o programa do FICA “Mar de Tranquilidade” procura ir ao encontro de novas audiências nos países de língua oficial portuguesa. Entretanto o cinema brasileiro e português dão as mãos, mostrando-se numa iniciativa realizada em parceria com a Casa de Cinema da Bahia: Setembro será no Algarve e em Outubro haverá muito cinema português na Bahia. Estamos a crescer...  sustentadamente.

 

2006

A edição deste ano representa já a preparação para a comemoração dos 35 anos no próximo ano. "A edição deste ano representa já a preparação para a comemoração dos 35 anos no próximo ano. "

O FICA cresceu, em dimensão e objectivos. Alargou as suas acções a todo o Algarve. Agora tem núcleos de exibição fixos desde Vila do Bispo a Vila Real de Santo António. São 14 locais diferentes. Atinge mais público e tem outras iniciativas. Lança pela primeira vez um concurso internacional de ideias para a criação da sua imagem institucional de 2007. Em parceria com a empresa Cristal Atlantis, renova o design do seu Grande Prémio “Cidade de Portimão” e apresenta já, um novo troféu para a edição do próximo ano, comemorativa dos seus 35 anos como o festival mais antigo de Portugal.

Procurar
Powered by Google
Apoios
Palmarés
FICA 2006
Publicidade:
FICA - Festival Internacional de Cinema do Algarve - 2007